Comentários Recentes
"A expressão "Forrest Gump é mato" é uma referência ao filme "Forrest Gump - Contador de Histórias". O cara da volta ao mundo correndoooooooo OU SEJA totalmente mentira. Nesse contexto, "mato" significa que a pessoa conta muita história ou é clichê. POR isso ele fala prefiro contar uma historia real."
SUELI em Negro Drama (Racionais MC's)
"Só eu acho que a mulher com boca de feijão é uma amante? Não é a mulher das outras horas do cotidiano! Porque a mulher da boca de café esta esperando ele para o jantar. Eles não se encontram no almoço. Único momento em que não se refere à mulher como "Ela". "Todo dia eu só penso em poder parar", o caso... E as seis da tarde retorna para "Ela"... A mesma da manhã!!"
Jefté Vieira em Cotidiano (Chico Buarque)
"gostava é um verbo no passado imperfeito. Então naquele tempo ele gostava, mas não se sabe se ainda gosta ( provavelmente, sim. Como esquecer alguém que inspirou uma canção tão linda?!) Mas se foi porque alguém morreu, infelizmente saudade não tem atualização. Assim GOSTAVA, pois é claro que o sentimento não passpou, mas só cabe num passado imperfeito para os mortais"
Márcia em Gostava Tanto de Você (Tim Maia)
"A letra foi feita para avós dos compositores, basta procurar no YouTube que tem a explicação deles em entrevista. Parem de ficar problematizando para quem foi, cada um pode interpretar da maneira que convém, afinal, cada um tem uma pessoa muito importante que perdeu."
Dantas em Respeito Pela Mais Bela (O Rappa)
"‘Ouro de tolo’ também era usado na Idade Média como ''ouro dos tolos'', referindo-se à pirita, um mineral dourado que enganou muitos garimpeiros inexperientes, fazendo-os pensar que haviam achado ouro verdadeiro. E o Raul Seixas, de forma genial, fez um jogo de palavras entre essa ilusão materialista, e a ilusão do sucesso promovida pelo milagre econômico da época do governo militar (Vale ressaltar que, ao longo de décadas, os salários do trabalhador foram comidos pela inflação brasileira, mas enfim, é outra historia). Transpondo a ideia a década 70s, Raul reduz as aspirações da classe média que apoiou o 'milagre econômico' do governo militar; a euforia regada pela estabilidade social do cidadão, por uma visão religiosa conformista era como ‘ouro de tolo’”. E o refrão “Eu é que não me sento no trono de um apartamento, com a boca escancarada, cheia de dentes, esperando a morte chegar...'' É um hino contra a estagnação mental. Um pensamento sobre o tempo e, a vida no piloto automático. Serviria como uma critica até mesmo, ao rei Robertão, que tem carreira meio estagnada, sem lançar um disco novo mais ousado há anos, como fazia no Jovem Guarda. Vivendo no apartamento, na Barra da Urca, e fazendo shows no automático, sem grandes alterações no setlist."
PaIestrino Nato em Ouro de Tolo (Raul Seixas)
"Dezembro, 1999. Estava saindo do trabalho, atravessando o Aterro do Flamengo, com o radio do carro sintonizado na JBFM. De repente, uma melodia suave e a voz deliciosa da Ana Carolina tomam conta, invadem meu particular, me fazendo desacelerar tudo. Luzes coloridas de Natal, lua descendo pros lados de Ipanema... Apaixonei de cara. "O tempo passa..." mas ele parou ali pra mim e vi que "nem o erro é desperdício e que tudo vale a pena". Aprendi ali que envelhecer também vale a pena. E é a vida seguindo seu rumo. Estou falando isso em 2024... o tempo passa eu ainda lembro do dia em Eu fui e não olhei pra trás. Amo Ana Carolina. Amo essa mente dela."
Meire Bello em O Avesso dos Ponteiros (Ana Carolina)
"Na verdade os compositores Michael Sullivan e Paulo Massadas, tiveram a ajuda e inspiração da erê Lua de Cristal para escrever a música, mas isso a globo não mostra!!! Tudo na música fala sobre os erês "Todos somos um e juntos não existe mal nenhum, vamos com vc, nós somos invencíveis pode crer" e por aí vai. Eles nunca revelaram a verdade sobre a fonte da música."
Andréa em Lua De Cristal (Xuxa)
"Tenho uma interpretação parecida com a de que trata-se de alguém apaixonado por alguém próximo mas que não conseguiu se declarar, e teve de lidar com uma distância que pode, ou não (não está claro na letra) significar o rompimento de uma relação (de amizade). No entanto, a forma como entendo a música conta com um detalhezinho diferente. Note que, no refrão, ele diz "É cedo ou tarde demais Pra dizer adeus Pra dizer jamais" Da forma como escuto na música, parece que existe um jogo com essas palavras. Parece-me que os últimos dois versos são proposições alternativas. Portanto, poderia-se formar duas frases: "É cedo ou tarde demais para dizer adeus(?)" É cedo ou tarde demais para dizer jamais(?)" A interpretação das frases é semelhante; em uma ele se pergunta sobre o timing de se despedir, e na outra o timing de desistir de um futuro com a pessoa amada. Deixei a interrogação entre parêntesis, pois ela pode ou não compor as frases. Tomemos a primeira como exemplo, e foquemo-nos só no início da frase: "É cedo ou tarde demais [...]" Existe uma ambiguidade na intenção do eu lírico ao dizer essa frase: será que, para ele, é realmente importante saber se é cedo demais ou se é tarde demais? Seja a resposta sim, seja a resposta não, existe uma brincadeira muito interessante em jogo: ele está certo de que não dirá adeus. Afinal, se ele considerasse que está cedo demais para dizer adeus, quer dizer que ele ainda vê uma chance de correr atrás de seu amor, configurando uma leitura racional da situação. Agora, se ele considerasse que está tarde demais para dizer adeus, isso não significaria que está tarde demais para ir atrás da pessoa. Na verdade, significaria que, a esse ponto, ele já a ama demais e não deixará-la partir. "É tarde demais para dizer adeus, já a amo demais para isso." Essa é uma leitura de teor emocional sobre o que ele mesmo sente na situação. Esse jogo entre o racional e o emocional é um tema recorrente em várias letras da banda, principalmente como tópico do álbum Jesus Não Tem Dentes No País Dos Banguelas. Pelo menos é o que entendo na letra. Claro, não faço ideia da intencionalidade dos Titãs na letra, mas o bonito de poder interpretar é que a música passa a pertencer à nossa própria história de amor."
Arthur Gadhann Blaswell em Pra Dizer Adeus (Titãs)
"Quando Djavan escreveu "Nem um dia" ele estava de fato em um lugar que costumava ir para descansar e ler, na época do frio, um orquidário. Nesse ambiente, amante de poesia, sua leitura o impeliu a pensar no ser amado com melancolia e saudade, ao que diz; " um dia triste, toda fragilidade incide, e o pensamento lá em você e tudo me divide". Tudo o divide porque ele vive a dualidade do amor e da dor, das felicidades do amor presente e a melancolia desse amor que ja nao existe mais. Uma grande e misteriosa beleza está guardada nos versos em que diz - tudo nascerá mais belo, o verde faz do azul com amarelo o elo com todas as cores pra enfeitar amores griz- Aqui, encantado com as cores vibrantes das folhagens e flores amarelas e azuis, típicas das orquídeas, o eu lírico se consola, pois a partir dessa beleza, o seu sentimento se transforma, pois ela enfeita seu amor griz, sem cor, cinza. Amor que ele deseja como ao ar, que ele recria e repete em sua mente com o pensamento, recriando assim a luz, a luz que tras seu amor de volta, seu único modo de se reconectar ao ser adorado. Nos resta saber se esse amor maior que tudo seria um amor nunca resolvido, deixado no passado, ou um amor de alguém que não mais vive e que só deixa saudades e memórias. De todo modo Djavan em sua genialidade nos entrega sentimento em forma de som e poesia, e nos faz sentir o gelado do frio, o cheiro do livro e a paixão dentro do peito."
Patrícia Aunés em Nem um dia (Djavan)
"Essa música é sobre perder alguém, mas se esforçar e dar seu melhor pra recuperar esse amor da vida. É sobre alguém que te fazia rir e que o riso desse alguém é a vontade de viver de quem canta. Um vida de aventuras ao lado da pessoa certa é muito melhor e ngm vai te amar como ele te ama."
Maria em Lutar pelo que é meu (Charlie Brown Jr)